Sofrer agora, ou sofrer mais tarde. Qual a diferença se é inevitável? É como a morte, todos sabemos que ela está lá, agora ou depois ela virá. Mas mesmo assim, vivemos, vivemos, vivemos (:
ideiasdajulynha.
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Sobre o amor
O amor, ah! o amor.
O que? Do que nós estamos falando? De um espectro? De um fantasma? De algo inalcançável? Eu não sei, ninguém parece saber. As músicas falam de dor de amor, existem livros e filmes que nos mostram sua existência imaginativa. Mas eu nunca o vi.
Posse, desejo, ciúme, isso eu já senti. Mas amor, como ele é? Se faz chorar, é tristeza, se nos faz feliz, é alegria. E o que o amor faz com a gente? Já ouvi dizer que nos deixa idiota, sem medo de nada, deixamos de viver por nós para viver por outros, é uma esperança sem sentido, faz a gente tremer e dispara o coração.
Então, para qual direção estamos correndo?
Para essa pergunta eu já sei a resposta: para um beco sem saída, que te engana, porque é muito distante daqui, te fazendo acreditar que vai sim chegar ao final do arco-íris.
Durante a vida, todos nós estamos mergulhados nele, mas somos impermeáveis. Não vamos percebê-lo na hora certa, vamos nos assustar com sua grandiosidade e onipresença. Vamos tentar matá-lo, dentro de nós, em volta de nós.
ideiasdajulynha.
O que? Do que nós estamos falando? De um espectro? De um fantasma? De algo inalcançável? Eu não sei, ninguém parece saber. As músicas falam de dor de amor, existem livros e filmes que nos mostram sua existência imaginativa. Mas eu nunca o vi.
Posse, desejo, ciúme, isso eu já senti. Mas amor, como ele é? Se faz chorar, é tristeza, se nos faz feliz, é alegria. E o que o amor faz com a gente? Já ouvi dizer que nos deixa idiota, sem medo de nada, deixamos de viver por nós para viver por outros, é uma esperança sem sentido, faz a gente tremer e dispara o coração.
Então, para qual direção estamos correndo?
Para essa pergunta eu já sei a resposta: para um beco sem saída, que te engana, porque é muito distante daqui, te fazendo acreditar que vai sim chegar ao final do arco-íris.
Durante a vida, todos nós estamos mergulhados nele, mas somos impermeáveis. Não vamos percebê-lo na hora certa, vamos nos assustar com sua grandiosidade e onipresença. Vamos tentar matá-lo, dentro de nós, em volta de nós.
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